Padre Zacarias Botros da Igreja Católica Copta e a perversão de Maomé

Apesar das ameaças de antes, a Al-Qaeda não conseguiu calar o Padre Zacarias, que continua a falar em seu programa na TV sobre farsa do "profeta".

O Padre Zacarías Botros, conheceu a tortura e a perseguição igual ao seu irmão mais velho, que por pregar o Evangelho entre os muçulmanos, foi morto e teve a língua cortada. Botros vive no exílio. A al-Qaeda, ofereceu 60 milhões de dólares por sua cabeça. No Egito, seu país natal, um jornal de grande circulação considera ele "o inimigo público número um". Zacarias não goza do apreço da Umma. Por quê?

Este sacerdote da Igreja Católica Copta, afirma baseado no Hadith e em outros textos muçulmanos, que Maomé era um hipócrita com tendências sexuais "surpreendentes" e de inteligência deteriorada (um burro no popular).

Segundo o Enviado (Maomé), Alá lhe comunicou que:

Consultar-te-ão acerca da menstruação; dize-lhes: É uma impureza. Abstende-vos, pois, das mulheres durante a menstruação e não vos acerqueis delas até que se purifiquem; quando estiverem purificadas, aproximai-vos então delas, como Deus vos tem disposto, porque Ele estima os que arrependem e cuidam da purificação. (Corão, 2:222)

No entanto, como demonstra o Padre Botros, Maomé, não acatou as ordens de Alá:

"O Profeta, só tinha relações com suas esposas (66...) quando menstruavam"

"Ibn Abbas, relata em um Hadith, que o profeta disse: Se um homem não pode evitar manter relações com sua mulher menstruada, tudo que deve fazer é pagar um dinar como expiação. E se o ato íntimo acontece no final do ciclo, quando há menos sangramento, então ele só deve pagar meio dinar".

"Maomé gostava de cheirar sangue de menstruação... quando Aisha (sua esposa predileta) menstruava, ele colocava a cabeça entre as coxas dela e recitava o Corão".

Em relação as tendências homossexuais do Mensageiro de Alá, Botros alude ao caso curioso de Zahir "que empurrou sua espada contra o peito do Profeta". Todavia, mais esclarecedor é outro Hadith em que se conta como Maomé levantou a camisa de um varão e beijou seu tronco desde... o umbigo até as axilas.

O Mensageiro de Alá, segundo o padre Botros, também gostava de chupar a língua das crianças. E as vítimas destes delírios desvairados, foram por exemplo, os filhos de seu sobrinho Ali e sua própria filha Fátima.

Como indica o Padre Zacarías, especialmente escabroso é o hadith onde se relata que Maomé nunca dormia sem antes colocar sua cabeça entre os seios de sua amada filha Fátima, a quem ele também chupava a língua.


Nota do Blog: Encontramos em um site islâmico o relato dessa relação de Maomé com Zahir. Vejam:

O Profeta não só entretinha seus companheiros com palavras,mas também os divertia brincando. Anas b. Malik disse:

‘Um beduíno chamado Zahir b. Haram dava presentes ao Profeta   e ele também lhe dava presentes. O Profeta disse:

‘Zahir é nosso deserto, e nós somos sua cidade ’.O Profeta (Maomé) se aproximou, enquanto ele estava vendendo suas mercadorias, abraçou-o por trás, e este não o viu. Logo disse: ‘Soltame!’ Quando percebeu que era o Profeta (Maomé) quem o estava abraçando, pressionou suas costas contra o peito do Mensageiro! O Mensageiro de Deus lhe disse: ‘Quem compraria este escravo para mim?’ Zahir disse: ‘Mensageiro de Deus, não valho nada!’ O Mensageiro de Deus então, disse-lhe:
‘Deus não te considera sem valor!’ ‘Tu és valioso e precioso para Deus’ (Ibn Hibban, 5790). Fonte: Rasoul Allah



Nota do Blog II: O texto em inglês do Padre Zacarias sobre a pervesão sexual de Maomé pode ser lido em seu site "Father Zacarias", ou ainda no Jihad Watch. Informamos aos nossos leitores que já estamos trabalhando na tradução do artigo e em breve publicaremos.

São Leão Magno - Natal do Senhor

São Leão Magno 

Sermão n° 23: «Natal do Senhor» 

(P.L. 54, 199 ss)

á muitas vezes, caríssimos, ouvistes falar e fostes instruídos a respeito do mistério da solenidade de hoje; porém, assim como a luz visível enche sempre de prazer os olhos sadios, também aos corações retos não cessa de causar regozijo a natividade do Senhor.

Jamais devemos deixá-la transcorrer em silêncio, embora não possamos condignamente explaná-la, pois aquela palavra: "a sua geração, quem a poderá explicar?" 1 se refere certamente não só ao mistério pelo qual o Filho de Deus é co-eterno com o Pai, mas ainda a este nascimento em que "o Verbo se fez carne" 2.

O Filho de Deus, que é Deus como seu Pai, que recebe do Pai sua mesma natureza, Criador e Senhor de tudo, que está presente em toda parte e transcende o universo inteiro, na seqüência dos tempos que, de sua providência dependem, escolheu para si este dia, a fim de, em prol da salvação do mundo, nele nascer da bem-aventurada Virgem Maria, conservando intacto o pudor de sua mãe. A virgindade de Maria não foi violada no parto, como não fora maculada na conceição, "a fim de que se cumprisse - diz o evangelista - o que foi pronunciado pelo Senhor, através do profeta Isaías: Eis que uma virgem conceberá no seu seio e dará à luz um filho, ao qual chamarão Emanuel, que quer dizer Deus conosco" 3.

O admirável parto da sagrada Virgem trouxe à luz uma pessoa que, em sua unicidade, era verdadeiramente humana e verdadeiramente divina, já que as duas naturezas não conservaram suas propriedades de modo tal que se pudessem distinguir como duas pessoas: não foi apenas ao modo de um Habitador em seu habitáculo que o Criador assumiu a sua criatura, mas, ao contrário, uma natureza como que se adicionou à outra. Embora duas naturezas, uma a assumente e outra assumida, é tal a unidade que formam, que um único e mesmo Filho poderá dizer-se, enquanto verdadeiro homem, menor que o Pai 4 e enquanto verdadeiro Deus, igual ao Pai 5.

Uma unidade dessas, caríssimos, entre Criador e criatura, o olhar cego dos arianos não pôde entender, os quais, não crendo que o Unigênito de Deus possua a mesma glória e substância do Pai, afirmaram ser menor a divindade do Filho, argumentando com as palavras (evangélicas) que dizem respeito à forma de servo 6.
Ora, o próprio Filho de Deus, para mostrar como essa condição de servo nele existente não pertence a uma pessoa estranha e distinta, com ela mesma nos diz: "eu e o Pai somos uma só coisa" 7

Na natureza de servo, portanto, que ele, na plenitude dos tempos, assumiu em vista da nossa redenção, é menor do que o Pai; mas na natureza de Deus, na qual existia desde antes dos tempos, é igual ao Pai. Em sua humildade humana, foi feito da mulher, foi feito sob a Lei 8, continuando a ser Deus, em sua majestade divina, o Verbo divino, por quem foram feitas todas as coisas 9. Portanto, aquele que, em sua natureza de Deus, fez o homem, revestiu uma forma de servo, fazendo-se homem; é o mesmo o que é Deus na majestade desse revestir-se e homem na humildade da forma revestida. Cada uma das naturezas conserva integralmente suas propriedades: nem a de Deus modifica a de servo, nem a de servo diminui a de Deus. O mistério, pois, da força unida à fraqueza, permite que o Filho, em sua natureza humana, se diga menor do que o Pai, embora em sua natureza divina lhe seja igual, pois a divindade da Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo é uma só. Na Trindade o eterno nada tem de temporal, nem existe dissemelhança na divina natureza: lá a vontade não difere, a substância é a mesma, a potência igual, e não são três Deuses, unidade verdadeira e indissociável é essa, onde não pode existir diversidade.

Nasceu pois numa natureza perfeita e verdadeira de homem o verdadeiro Deus, todo no que é seu e todo no que é nosso. "Nosso" aqui dizemos que o Criador criou em nós no início, e depois assumiu para restaurar. O que, porém, o sedutor (o demônio) introduziu e o homem, ludibriado, aceitou, isso não teve nem vestígio no Salvador, pois comungando com nossas fraquezas não participou dos nossos delitos. Elevou o humano sem diminuir o divino, dado que a exinanição em que o Invisível se nos mostrou visível foi descida de compaixão, não deficiência de poder.

Assim, para sermos novamente chamados dos grilhões originais e dos erros mundanos à eterna bem-aventurança, aquele mesmo a quem não podíamos subir desceu até nós. Se, realmente, muitos eram os que amavam a verdade, a astúcia do demônio iludia-os na incerteza de suas opiniões, e sua ignorância, ornada com o falso nome de ciência, arrastava-os a sentenças as mais diversas e opostas. A doutrina da antiga Lei não era bastante para afastar essa ilusão que mantinha as inteligências no cativeiro do soberbo demônio. Nem tampouco as exortações dos profetas lograriam realizar a restauração de nossa natureza. Era necessário que se acrescentasse às instituições morais uma verdadeira redenção, necessário que uma natureza corrompida desde os primórdios renascesse em novo início. Devia ser oferecida pelos pecadores uma hóstia ao mesmo tempo participante de nossa estirpe e isenta de nossas máculas, a fim de que o plano divino de remir o pecado do mundo por meio da natividade e da paixão de Jesus Cristo atingisse as gerações de todos os tempos e, longe de nos perturbar, antes nos confortasse a variação dos mistérios no decurso dos tempos, desde que a fé, na qual hoje vivemos, não variou nas diversas épocas.

Cessem, por isso, as queixas dos que impiamente murmuram contra a divina providência e censuram o retardo da natividade do Senhor, como se não tivesse sido concedido aos tempos antigos o que se realizou na última idade do mundo. A Encarnação do Verbo podia conceder, já antes de se realizar, os mesmos benefícios que outorga aos homens, depois de realizada; o ministério da salvação humana nunca deixou de se operar. O que os apóstolos pregaram, os profetas prenunciaram; não foi cumprido tardiamente aquilo a que sempre se prestou fé. A sabedoria, porém, e a benignidade de Deus, cem essa demora da obra salutífera, nos fez mais capazes de nossa vocação, pois o que fora prenunciado por tantos sinais, tantas vezes e tantos mistérios, poderíamos reconhecer sem ambigüidade nestes dias do Evangelho. A natividade, mais sublime do que todos os milagres e do que todo o entendimento, geraria em nós uma fé tanto mais firme quanto mais antiga e amiudada tivesse sido antes sua pregação. Não foi, pois, por deliberação nova ou por comiseração tardia que Deus remediou a situação do homem, mas, desde a Criação do mundo instituíra uma e mesma causa de salvação, para todos. A graça de Deus, que justifica os santos, foi aumentada com o nascimento de Cristo, não foi simplesmente principiada. E esse mistério da compaixão, esse mistério que hoje já enche o mundo, fora tão potente em seus sinais prefigurativos que todos os que nele creram, quando prometido, não conseguiram menos do que os que o conheceram realizado.

São assim, caríssimos, tão grandes os testemunhos da bondade divina para conosco que, para nos chamar à vida eterna, não apenas nos ministrou as figuras, como aos antigos, mas a própria Verdade nos apareceu, visível e corpórea. Não seja, portanto, com alegria profana ou carnal que celebremos o dia da natividade do Senhor. celebra-lo-emos dignamente se nos lembrarmos, cada um de nós, de que Corpo somos membros e a que Cabeça estamos unidos, cuidando que não se venha a inserir no sagrado edifício uma peça discordante.

Considerai atentamente, caríssimos, sob a luz do Espírito Santo, quem nos recebeu consigo e quem recebemos conosco: sim, como o Senhor se tornou carne nossa, nascendo, também nós nos tornamos seu Corpo, renascendo. Somos membros de Cristo e templos do Espírito Santo e por isto o Apóstolo diz: 

"Glorificai e trazei a Deus no vosso corpo" 10. Apresentando-nos o exemplo de sua humildade e mansidão, o Senhor comunica-nos aquela mesma força com que nos remiu, conforme prometeu: "Vinde a mim, vós todos, que trabalhais e estais sobrecarregados, e eu vos reconfortarei. Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis repouso para vossas almas" 11.

Tomemos, portanto, o jugo, em nada pesado e em nada áspero, da Verdade que nos guia e imitemos na humildade aquele a cuja glória queremos ser configurados. Que nos auxilie e nos conduza às suas promessas quem em sua grande misericórdia é poderoso para apagar nossos pecados e completar seus dons em nós, Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina pelos séculos dos séculos. Assim seja.


Fonte:

GOMES, Cirilo Folch, OSB. Antologia dos Santos Padres. Coleção "Patrologia". Ed. Paulinas, São Paulo, 1985.

Notas: 

[1] Jo 53, 8;
[2] Jo 1, 14;
[3] Mt 1, 23 (cf. Is7, 14);
[4] Jo 14, 38;
[5] Jo 10, 30;
[6] FI 2, 6;
[7] Jo 10, 30;
[8] Gl 4, 4;
[9] Jo 1, 3;
10 1Cor 6,20;
[11] Mt 11, 28s.

Feliz Natal!

Feliz Natal!
Feliz Navidad!
Buon Nadal
Merry Christmas
Gezur Krislinjden
Frohe Weihnacht
Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Nedeleg laouen
Bon Nadal
Chuk Sung Tan
Čestit Božić
Gajan Kristnaskon
Hyvää joulua
Joyeux Noël
Kala Christougena
Kellemes Karácsonyt
Buon Natale
Merii Kurisumasu 
Kung His Hsin Nien
GOD JUL
Wesołych Świąt Bożego Narodzenia
Sarbatori Fericite
S prazdnikom Rozdestva Hristova
Klidné prožití Vánoc
God Jul
Srozhdestvom Kristovym


Belém em pleno Natal: Por medo dos Muçulmanos a venda de Cruz aos turistas e peregrinos é proibida

Igreja da Natividade em Belém
Belém - Neste natal em Belém, a cruz foi proibida de ser vendida para turistas e peregrinos na Terra Santa. Algumas oficinas têxteis em Jerusalém e Hebron começaram a imprimir e vender camisetas alusivas à Igreja da Natividade em Belém sem a Cruz. O motivo seria o temor causado pelo crescimento do fundamentalismo islâmico nos territórios palestinos. A cruz também foi removida das camisetas de times de futebol.

Entrevistado pelo AsiaNews, o empresário Samir Qumsieh, que é  jornalista e diretor da estação de televisão Católica  Al-Mahed Nativity TV em Belém, disse: "Eu quero lançar uma campanha para instar as pessoas a não comprarem esses produtos, porque a retirada da cruz é uma intimidação contra os cristãos, é como dizer que Jesus nunca foi crucificado ."

Uma verdadeira ofensa a cidade que Cristo nasceu, ainda mais em pleno Natal. É uma rendição ao Islã, um atestado de incompetência de dar proteção aos peregrinos nessa cidade sagrada. Aliás, da última vez que os Cristãos não tinham mais segurança para visitar os locais sagrados, foi convocada a primeira Cruzada como reação. E agora nada será feito? Nenhum pronunciamento? Nem ao menos o direito de ser Cristão no lugar onde Cristo nasceu?
A situação complica-se cada vez mais, quanto mais o Islão avança, mais os Cristãos aproximam-se da perseguição e do martírio.

Adam, Católico de 3 anos de idade, assassinado por MUÇULMANOS psicopatas em Bagdá


No vídeo que legandamos outro dia com o testemunho da iraquiana Zuhair Marzina, que esteve presente no massacre do dia 31 de outubro na igreja de Bagadá, ela fala bastante de seu sobrinho de três anos, Adam, que morreu, junto com o pai, durante a ação dos monstros MUÇULMANOS.  Acima, a foto dele


Fonte: Dextra

Video Legendado para o Português: O testemunho terrível de uma das reféns presentes no massacre ocorrido na igreja de Bagdá, em 31 de outubro de 2010

Um serviço sem igual prestado pelo Dextra:

Em 31 de outubro deste ano, um grupo de MUÇULMANOS terroristas invadiu um igreja católica em Bagdá, manteve reféns todos os fiéis por cerca de cinco horas e massacrou várias dezenas de pessoas. Nós postamos várias matérias a respeito da atrocidade (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

Dias depois, apareceram no youtube 3 vídeos, em árabe, feitos com uma das famílias que foi vitimada pela tragédia, formada por um pai e suas duas filhas. Sua mulher e seu filho morreram no evento.

Agora que os vídeos foram recentemente legendados em inglês, nós apresentamos aqui o terceiro e último deles, legendado por nós em portuguès ( O vídeo original em inglês está aqui).

O inglês em que a legendagem foi feita é sofrível. Tentamos traduzi-la  o mais fielmente possível.

Por fim, um comentário.

Nossos irmãos e irmãs cristãs são vítimas de uma verdadeira campanha de genocídio nos países islâmicos, do Norte da África até a Indonésia, como este blog vem denunciando todos os dias, desde que começou a operar. A grande imprensa ocidental, esquerdista, covarde e sempre ansiosa em não ofender a sensibilidade dos muçuns,  não dá a mínima para o assunto. Os muçuns que vivem nos países cristãos e são correligionários de fé dos psicopatas que fazem este tipo de coisa, por sua vez, também estão se lixando para o fato disto estar sendo feito em nome de sua "religião." Estas barbaridades, perpetratas por psicopatas islâmicos em nome do Islam e cometidas sob a vista grossa dos ditos "muçulmanos moderados" contra nossos irmãos e irmãs cristãs, não pode continuar. Já passou da hora de tomarmos uma série de atitudes realmente sérias em relação a estas pessoas. 




A Violência política da Bíblia e do Corão

Bill Warner: Center for the Study of Political Islam, 10 de setembro de 2010
Tradução: DEXTRA

Ao lado: Muhammad recebe a submissão da tribo judaica dos Banu Nadir

 
Um dos argumentos usados com mais frequência que se ouvem na defesa do Islam é que a Bíblica é tão violenta quanto o Corão. A lógica funciona assim. Se o Corão não é mais violento do que a Bíblia, então, para que nos preocuparmos com o Islam? O argumento é que o Islam é a mesma coisa que o Cristianismo e o Judaísmo. Isto é falso, mas esta comparação é muito popular, já que permite a alguém que não sabe nada sobre a real doutrina do Islam falar sobre ela. "Veja, o Islam é como o Cristianismo, os cristãos são tão violentos quanto os muçulmanos." Se isto for verdade, então você não precisa aprender nada sobre a real doutrina islâmica.

Entretanto, este não é um argumento teológico. É um argumento político. Este argumento não tem a ver com o que se passa num templo religioso, mas com o que se passa no mercado das idéias. 

Agora, a doutrina do Islam é mais violenta do que a Bíblia? Só há um meio de provar ou refutar a comparação, que é medir as diferenças de violência no Corão e na Bíblia. 

O primeiro ítem é a definição de violência. A única violência que importa para alguém de fora tanto do Islam quanto do Cristianismo ou do Judaísmo é o que elas fazem com o "outro," a violência política. Caím matar Abel não é violência política. Violência política não é matar um cordeiro ou fazer um sacrifício animal. Observe, entretanto que um vegano ou um membro da [ONG protetora dos animais] PETA consideram estas últimas ações como violentas, mas não são violência contra eles.

O próximo ítem é comparar as doutrinas tanto quantitava quanto qualitativamente. A violência política do Corão é chamada de "lutar pela causa de Alá," ou jihad. 

Temos que fazer mais do que medir a jihad no Corão. O Islam tem três textos sagrados: Corão, Sira e Hadith, a Trilogia Islâmica. A Sira é a biografia de Muhammad. O Hadith são suas tradições - o que ele fez e disse. A Sira e o Hadith formam a Suna, o modelo perfeito de todo o comportamento islâmico.

O Corão é o menor dos três livros, a Trilogia. Ele é apenas 16% do texto da Trilogia. Isto significa que a Suna é 84% do conteúdo verbal dos textos sagrados do Islam. Esta estatística sozinha tem grandes implicações. A maior parte da doutrina islâmica é sobre Muhammad, não Alá. O Corão diz em 91 ocasiões diferentes que Muhammad é o perfeito modelo de vida. É muito mais importante saber sobre Maomé do que sobre o Corão. Esta é uma notícia muito boa. É fácil compreender uma biografia de um homem. Para conhecer o Islam, conheça Muhammad. 

Acontece que a jihad ocorre em grande proporção em todos os três textos. Aqui está uma tabela sobre os resultados:

[Quantidade de texto dedicada à jihad: Trilogia Completa, Hadith, Sira, Corão]

É muito significativo que a Sira dedica 67% de seu texto à jihad. Muhammad teve uma média de um episódio de violência a cada 6 semanas durante os últimos 9 anos de sua vida. A jihad foi o que tornou Muhammad bem sucedido. Aqui está uma tabela do crescimento do Islam.


[Crescimento do Islam: Na vertical: Número de muçulmanos; Na diagonal: Religião em Meca, Política, jihad em Medina; Na horizontal: Muhammad começa a pregar o Islam, 13 anos, 23 anos, Morte de Muhammad]

Basicamente, quando Muhammad era um pregador de religião, o Islam cresceu a uma taxa de 10 muçulmanos por ano. Mas quando ele se voltou para a jihad, o Islam cresceu a uma taxa média de 10 000 por ano. Todos os detalhes sobre como fazer a jihad estão minuciosamente registrados. O Corão apresenta o grande sonho da jihad - a conquista do mundo pelo processo político. 

Agora vamos à Bíblia hebraica. Quando contamos toda a violência política, descobrimos que 5.6% do texto é dedicada a ela. Não há aconselhamento à violência política no Novo Testamento. 

Quando contamos a magnitude de palavras dedicadas à violência política, temos 327 547 palavras na Trilogia e 34 039 palavras na Bíblia hebraica. A Trilogia tem 9.6 vezes mais massa verbal dedicada à violência política do que a Bíblia hebraica.

[Palavras dedicadas à violência política: Trilogia Islâmica, Bíblia hebraica, Novo Testamento em 
Milhares de Palavras]

O verdadeiro problema vai muito além da medida quantitativa de 10 vezes mais material violento; há a medida qualitativa. A violência do Corão é eterna e universal. A violência política da Bíblia foi para aquele tempo e local particulares. Esta é a imensa diferença entre o Islam e outras ideologias. A violência permanece uma constante ameaça a todas as culturas não-islâmicas, agora e no futuro. O Islam não é semelhante ao Cristianismo e ao Judaísmo em nenhum sentido prático. Além da doutrina do deus único, o Islam é em si mesmo único. 

Outra medida da diferença entre a violência que se encontra nos textos judaico/cristãos em relação à do Islam se encontra no uso do medo da violência contra artistas, críticos e intelectuais.  Que artista já teve uma pontada de medo de condenar alguma coisa no cristianismo ou no judaísmo? Entretanto, olhe os exemplos dos assassinatos e ameaças políticas violentas contra Salman Rushdie, Theo Van Gogh, Pim Fortuyn, Kurt Westergaard (das charges dinamarquesas sobre Muhammad), e muitos outros. Que artista, crítico ou intelectual nunca teve uma pontada de medo do Islam no que diz respeito à liberdade de expressão? A diferença política na resposta às duas doutrinas é enorme. Os frutos políticos das duas árvores são diferentes como a noite e o dia. 

É hora de os assim chamados intelectuais se darem ao trabalho elementar de julgar o Islam por sua real doutrina, ao invés de fazer comparações furadas que constituem afirmações ingênuas. Um raciocínio baseado em fatos deve substituir fantasias que estão baseadas no politacmente correto e no multiculturalismo.


Bill Warner,
Diretor do Centro para o Estudo do Islam Político.

A "Vaquinha" divina: Grandes Igrejas, milionários negócios

 Trago-vos mais um capítulo na história do "Pastor José", algumas pessoas disseram que gostaram dos contos e perguntaram porque decidi escrevê-los. Respondo de uma forma bem resumida que, estou buscando uma forma de fazer apologética que chegue aos jovens que não são involvidos com o estudo da Igreja.

Para quem está tendo o primeiro contato com a vida do personagem "Pastor José" recomendo que leiam os primeiros textos:



A "Vaquinha" divina: Grandes Igrejas, milionários negócios

Por Jefferson Nóbrega

Lembra-se da algazarra que relatei no “Vizinhança do Barulho”? Tenho que vos dizer que as redondezas voltaram a ter paz, graças a Deus está tudo tranquilo, já posso até ouvir o cantar dos grilos que tinham fugido por se sentirem ameaçados pelos gritos de “manda fogo senhor”. Agora as pessoas podem sonhar sem terem pesadelos com exorcismos, e o único grito em coro de aleluia que se ouviu nesses dias, foi o da família Cardoso ao ver o Fluminense ser o campeão brasileiro de 2010, que também entoaram o único canto religioso ao cantarem “A benção João de Deus”, o tradicional grito da torcida tricolor. E diferente do “Zaqueu” o “João” não foi incomodo para ninguém, a não ser é claro, para os flamenguistas doentes que moram ao lado.

O que aconteceu com a Igreja do pastor José que ficava na rua?

Depois de muita briga os humildes membros da congregação arrecadaram dinheiro e compraram um lugar próprio em uma área não residencial. O dinheiro dos pobrezinhos só foi o suficiente para comprar o prédio de um antigo cinema... Isso mesmo! A “vaquinha” foi suficiente para comprar e transformar um antigo cinema da cidade no novo lar do “Povo Eleito de Deus”. Agora a coisa prosperou!

Acho que vou adotar a política dos 10% na minha família, quem sabe assim nós possamos sair do aluguel.

A pequena igrejinha que funcionava no quintal do velho José, agora é um templo no estilo das maiores igrejas do país, com direito a foto do Senhor José e sua esposa no outdoor em frente ao local de culto, e a máquina de cartão para o dízimo.

Um dia perguntei a ele sobre o que pensa dos Católicos, ele respondeu de forma objetiva, dizendo que éramos um bando de idólatras, enquanto ligava sua Hilux, da qual ele não deixa nem as crianças entrarem para não sujar o banco. Quem é mesmo idólatra pastor? Pensei comigo.

A palavra chave da sua vida tornou-se prosperidade, e eu ignorante, pensava que “os pobres herdariam o reino” .

Fico lembrando do pequeno grupo do “povo eleito de Deus” que ficavam em uma apertada garagem, agora simplesmente lotam o novo templo. E cada vez mais multidões são arrebanhadas, com promessas de realizações pessoais, financeiras, libertações e curas.

E assim o pastor José apresenta a todos um “Deus de gaveta”, um “Gênio Mágico” pronto para nos encher de recompensas materiais, quando na verdade deveríamos vender tudo para comprar aquela pérola preciosa.

Da última vez que falei com o pastor José, ele disse que estava pesando em comprar uma emissora de rádio, seria o primeiro investimento para um dia chegar a ter um canal de TV próprio. É só mais um pequeno passo na carreira do profissional pastor, que descobriu que “pastorear um rebanho” é um ótimo investimento empresarial.

Quem foi mesmo que disse que não se pode servir a Deus e ao dinheiro? Ele até já esqueceu.

E os Católicos são os idólatras...

Por Jefferson Nóbrega

E se Jesus tivesse nascido em 2010?

Amigos,

Vejam esse vídeo que me enviaram. Pelo menos criativo é!

Salve Mariam Kekaritomene



Santo Epifânio de Salamina (? - 403), bispo
Homilia n°5; PG 43, 491.494.502 (a partir da trad. cf Solesmes, Lectionnaire, t. 1, p. 1003)
 
«Salve, ó cheia de graça»
Que dizer? Que elogio se há-de fazer à Virgem gloriosa e santa? Ela ultrapassa todos os seres, à excepção apenas de Deus; por natureza, é mais bela que os querubins, os serafins e todo o exército dos anjos. Nem as línguas do céu nem as da terra, nem as línguas dos anjos bastam para louvá-la. Virgem bendita, pomba pura, esposa celeste [...], templo e trono da divindade! Cristo, sol esplendoroso do céu e da terra, pertence-te. Tu és a nuvem luminosa que fez descer Cristo, Ele o brilho resplandecente que ilumina o mundo.


Rejubila, ó cheia de graça, porta do céu; é de ti que fala o autor do Cântico dos Cânticos [...] quando exclama: «És horto cerrado, minha irmã, minha esposa, horto cerrado, fonte selada» (4, 12). [...] Santa Mãe de Deus, ovelha imaculada, tu trouxeste ao mundo o Cordeiro, Cristo, o Verbo encarnado em ti. [...] Que maravilha espantosa nos céus: uma mulher vestida de sol (Ap 12, 1), trazendo nos braços a luz! [...] Que maravilha espantosa nos céus: o Senhor dos anjos que Se torna filho da Virgem. Os anjos acusavam Eva; agora, cumulam Maria de glória, porque Ela levantou Eva da queda e abriu as portas do céu a Adão, outrora expulso do Paraíso. [...]


Imensa é a graça concedida a esta Virgem santa. É por isso que Gabriel a cumprimenta dizendo-lhe: «Rejubila, cheia de graça», resplandecente como o céu. «Rejubila, cheia de graça», Virgem ornada de virtudes sem número. [...] «Rejubila, cheia de graça», tu que sacias os sedentos com as doçuras da fonte eterna. Rejubila, Santa Mãe Imaculada, tu que geraste Cristo, que te precede. Rejubila, púrpura real, tu que revestiste o Rei do céu e da terra. Rejubila, livro selado, tu que deste a ler ao mundo o Verbo, o Filho do Pai.

05/12: Há exatos 440 ano era promulgada a Missa Tridentina por São Pio V



História do Rito Tridentino

Um Pouco de sua História 

A Missa Católica é a mais perfeita representação do irrevogável ato de salvação do Nosso Senhor Jesus Cristo, Seu sacrifício na Cruz. Cada Missa deve manifestar perfeitamente essa doutrina católica através de suas orações e rituais. A liturgia autêntica deve honrar e glorificar a Deus, expiar os homens de seus pecados, e agradecer a Deus pelas graças que Ele concedeu ao mundo.
Porque a Missa é as vezes chamada de Missa “Tridentina”?
São Pio V
“Tridentino” se refere ao Concílio de Trento (1545-1563), que unificou a prática litúrgica na Igreja Ocidental. O Papa São Pio V alcançou esta meta em 1570 quando emitiu a restauração do Missal Romano após o Concilio. A Missa Tridentina foi baseada nas mais antigas e veneráveis fontes litúrgicas Ocidentais. São Pio V decretou na Bula Papal conhecida como Quo Primum que seu único rito de Missa fosse usado por todos na Santa Igreja. No entanto, exceções foram feitas para os ritos que tinham estado em uso contínuo por pelo menos 200 anos. 

Por que o Latim?
O latim continua sendo a língua oficial da Igreja Católica Romana e tem sido usado como a língua litúrgica no Ocidente desde o século III. A natureza imutável do latim tem conservado a doutrina ortodoxa da Missa, que nos foi herdada dos pais da Santa Igreja. O uso do latim na Missa e em documentos oficiais da Igreja tem sido fundamental em apoiar a universalidade e unidade da Igreja. O papa Bento XVI indicou o uso de latim e o canto Gregoriano na liturgia na sua Exortação Papal de 2007 sobre a Eucaristia Sacramentum Caritatis Embora a Missa Tradicional seja dita ou cantada em latim, a maioria dos fiéis que participam na liturgia usam seus próprios livros de oração (missais), que contém o texto em latim acompanhado por sua tradução no vernáculo. As regras que explicam como tal participação deve ocorrer estão na encíclica Mediador Dei do Papa Pio XII, par. 106.
O que esperar da Missa Tradicional?
A princípio, a formalidade e o elaborado rito da Missa Tradicional pode nos parecer um pouco desconhecido. Há uma atmosfera de oração e reverência entre as pessoas nos bancos. Antes da Missa, o silêncio é mantido na igreja demonstrando o respeito à Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento, que é reservado no tabernáculo no centro do altar. Para criar um espaço sagrado, o altar é separado do corpo principal da igreja por uma barra, que indica o local aonde os fiéis se ajoelham para receber a comunhão, somente na língua. O crucifixo acima do altar relembra o fiel que o Sacrifício da Cruz e o Sacrifício da Missa são os mesmos. As seis velas acessas no altar simbolizam Cristo como a luz do mundo. O sacerdote e a congregação juntos ficam de frente para o tabernáculo e o altar aonde o Sacrifício Sagrado é oferecido. O altar normalmente é colocado na direção oriental da igreja, na direção do sol nascente, simbolizando Cristo Ressuscitado. A comunhão é dada sob uma única espécie, com as palavras "o Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo guarde tua alma para a vida eterna. Amém." O sacerdote diz a oração completa. Há duas formas principais de Missa, Solene (cantada), e rezada. Uma Missa rezada é uma que é simplesmente recitada pelo sacerdote; é menos cerimonial que uma Missa solene. Uma Missa solene é cantada usando várias formas do canto Gregoriano ou polifônico. E o incenso é usado somente na Missa solene. (http://www.missatridentina.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=50&Itemid=37)
Um vídeo sobre a história do Rito Tridentino:
Um video magnífico do Te Deum cantado em uma Missa Tridentina:
 


Alerta total! Plc 122/06 pode ser aprovada na surdina! Crime inafiançável para quem defende a família? Reaja agora!

Transcrevemos abaixo artigo do Professor Dr. Zenóbio Fonseca, sobre importante tramitação no Senado Federal. Lembramos que o projeto de lei abaixo faz parte das diretrizes do PNDH-3…

Alerta nacional: Ativistas ligados ao Movimento GLBT tentarão aprovar PLC 122/06 no Senado nos dias 08 e 09 dezembro/10.

AS INFORMAÇÕES QUE AQUI APRESENTAMOS NÃO SÃO SUPOSIÇÕES, MAS POSSIBILIDADES CONCRETAS COM BASE EM TUDO QUE ACONTECEU NOS ÚLTIMOS DIAS NO SENADO FEDERAL E NA CÂMARA DOS DEPUTADOS BEM COMO NO DEPOIMENTO DE MUITOS PARLAMENTARES

INFORMAÇÃO URGENTE: Os ativistas do Movimento Homossexual articularam com senadores que apóiam a causa da criminalização da homofobia para que seja aprovado pelo Senado Federal nos dias 08 e 09 de dezembro de 2010 o PLC 122/06, que torna crime inafiançável criticar o comportamento homossexual, ou seja, instituir o delito de opinião.

Antes precisamos lembrar que o PLC 122/2006 encontra-se na Comissão de Direitos Humanos do Senado aguardando realização de Audiências Públicas por força de Requerimentos anteriormente aprovados.
É possível que com as articulações, manobras políticas e regimentais a aprovação do PLC 122 neste final de ano pelo Senado aconteça da seguinte forma:

Aproveitamento da aparente desmobilização dos cristãos e dos parlamentares

No dia 08/12/2010 (quarta-feira) haverá Sessão Ordinária na Comissão de Direitos Humanos para discutir diversos assuntos já estabelecidos em pauta. Mas há fortes evidências que será apresentado um Requerimento extra-pauta pedindo a dispensa da realização das Audiências Públicas, que tanto aguardamos, para que seja feita a imediata votação do PLC.

Se este Requerimento, que vai ser apresentado de ultima hora, for aprovado, o PLC poderá ser votado já na mesma Sessão, ou seja, já na próxima quarta-feira, quando poderá ser votado e aprovado com as Emendas apresentadas pelos Senadores Marcelo Crivella e Magno Malta, fruto de grandes debates.

A tramitação normal do PLC seria a seguinte: após a votação na Comissão de Direitos Humanos ele deveria ser enviado imediatamente para a Comissão de Constituição e Justiça, onde grandes juristas acreditam que ele seria derrubado pois apresenta vícios constitucionais.

Ocorre que esta Comissão poderá ser pulada com ajuda de uma manobra regimental, ou seja, é possível que no mesmo dia após ser aprovado na Comissão de Direitos Humanos, já seja apresentado no Plenário Geral do Senado um pedido requerimento de urgência do PLC 122, sob a alegação que ele já foi muito debatido e que a sociedade está esperando uma resposta do legislativo em virtude dos últimos acontecimentos, isto é, após as imagens divulgadas de um jovem que fora agredido em São Paulo por ser homossexual.

Assim, se o Requerimento for aprovado, o Projeto passa a ter o regime de urgência e poderá ser votado ainda no dia 09/12 (quinta-feira) pelo Plenário Geral do Senado Federal.

Esta manobra não é a primeira vez que os ativistas GLBT tentam. Precisamos lembrar a todos que em uma madrugada de dezembro de 2008 a Senadora Fátima Cleide, relatora do PLC 122/2006, junto com a então Líder do Governos, Senadora Ideli Savati (que não foi reeleita), tentou aprovar um Requerimento de Urgência ao PLC 122/2006 no Plenário do Senado durante as discussões do Orçamento da União e naquela madrugada o Senador Magno Malta estava presente e não deixou que a votação acontecesse. E vocês precisam lembrar que as senadoras até já haviam recolhido no Requerimento a assinatura de vários líderes de Partidos que “assinaram enganados” sem saber que se tratava do PLC 122/2006.

Então é possível que a relatora e outros senadores a tentem novamente pedir o regime de urgência.
Se conseguirem por em prática esta estratégia, temos a certeza que a votação do PLC 122/06 (emendado) no plenário do Senado será de fácil aprovação, pois as Emendas apresentadas e aprovadas pela Comissão de Direitos Humanos do Senado espelham um projeto de lei sem “aparentes violações” ao direito de liberdade de expressão e consciência, o que o torna a sua aprovação pelos senadores uma possibilidade fácil.

É possível que junto a esses atos políticos, na próxima semana, também será veiculada por algumas mídias de comunicação de massa, imagens de violências sofridas por homossexuais. Tais fatos têm o intuito de criar uma atmosfera falaciosa de que existe verdadeiro massacre contra homossexuais no Brasil, criando ambiente favorável para aprovação do PLC no Senado.

O Pior não está aqui na aprovação pelo Plenário do Senado, mas o que acontecerá na Câmara Federal com a nova votação do PLC 122. Lembre-se que depois de aprovado no Senado com as alterações propostas ele voltará para a Câmara dos Deputados onde ele nasceu.

Constitucionalmente quando um projeto de lei sofre emenda ao texto original por uma das Casas Legislativas (Senado ou Câmara), ele deve voltar a Casa legislativa originária do projeto para que seja votada as emendas que foram apresentadas ao projeto pela outra Casa.

E ai é que está o perigo e a armadilha principal, pois existe uma forte mobilização para que na semana seguinte a aprovação do PLC 122 pelo Senado Federal, ele seja votado imediatamente no Plenário da Câmara, e temos a certeza que o Movimento Gay já está fazendo um trabalho junto aos deputados para que eles DERRUBEM AS EMENDAS APROVADAS PELOS SENADORES, ou seja, o texto do PLC 122 passa ser válido na sua forma original como foi aprovado no ano de 2006 na Câmara, com todas as questões gravíssimas, ilegalidade e inconstitucionalidade já apontadas por diversos juristas e instituições, entre elas a Igreja Evangélica e a CNBB.

Sabemos que já é dada como certa pelos ativistas do Movimento Homossexual a aprovação pela Câmara Federal, com a derrubada das Emendas dos senadores.

Em seguida o texto aprovado na Câmara na forma original que foi proposto será enviado para a sanção ou veto presidencial. Temos a certeza que será sancionado e ainda este ano, pois o atual Governo já manifestou algumas vezes interesse em aprovar uma legislação que trate de Crime de Homofobia.

Tudo indica que toda esta movimentação é para que o PLC 122/2006 seja aprovado ainda em dezembro, pois com certeza o Presidente Lula não quer que a nova presidenta passe pelo “desgaste” de sancionar uma lei que “inibe” a liberdade religiosa no Brasil, pois ela durante a campanha eleitoral, pressionada, assinou um “compromisso” com o povo evangélico que durante seu Governo não tomaria nenhuma iniciativa que afetasse as Igrejas. E, a única forma dela não “descumprir o prometido” é o Presidente Lula sancionar a lei antes de deixar a Presidência.

O QUE FAZER SOBRE ESSES POSSÍVEIS ACONTECIMENTOS

Ligue para os Senadores de seus Estados alertando sobre mais esta tentativa de aprovação açodada do PLC 122/06 no Senado, peçam para VOTAR CONTRÁRIO A APROVAÇAO DESTE PROJETO DE LEI NA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, E POSTERIORMENTE NO PLENÁRIO DO SENADO, POIS O SÓ ASSIM O PROJETO SERÁ ARQUIVADO EM DEFINITIVO, não existindo possibilidade de votação na Câmara, sendo sepultada sua tramitação.

Informem aos deputados federais sobre esta nova tentativa de aprovação, peçam a eles para ficarem atentos caso o PLC 122/2206 volte para a Câmara, alertem também as assessorias parlamentares sobre esta possibilidade.

Esta lei se aprovada causará maiores conflitos do que paz social, gerando grave insegurança jurídica. Ressalte-se que já existem mecanismos jurídicos para resguardar direitos dos todos os cidadãos brasileiros.


Reproduzam essa mensagem, alertem o máximo de pessoas!

São João de Capistrano Intrépido pregador e cruzado

Nessa época em que os Maometanos tem avançado contra todo o mundo ocidental, seja violentamente ou desfarçadamente (através da islamização), tive conhecimento dessa magnífica história através do "O Cruzado Missionário". A história de São João de Capistrano que como diz o Evandro "...ao menor sinal do avanço dos turcos, eis que esse já ancião, sem espada nem espingarda, munido só com o crucifixo, admoestava a todos os soldados cristãos para marchar, independente do resultado da batalha".

São João de Capistrano Intrépido pregador e cruzado

Grande propulsor da vitória cristã sobre os maometanos em Belgrado, pacificou contendas, operou inúmeros milagres e foi inquisidor contra a seita herética dos Fraticelli

Plinio Maria Solimeo
 
Vida de São João de Capistrano – Mestre de S. João de Capistrano, séc. XV. Museu de Arte Nacional de Abruzzo, Itália
João nasceu no ano de 1385 em Capistrano, pequena cidade dos Abruzos no reino de Nápoles. Seu pai era um fidalgo angevino que tinha ido para a região na comitiva do duque de Anjou, e lá se havia fixado. Nada se sabe da infância e adolescência de João, a não ser que estudou humanidades em sua terra natal, indo depois para Perúsia estudar direito civil e canônico. Doutorou-se nestes com sucesso. Assinalou-se tanto, por sua honestidade e prudência e por seus costumes puros, que lhe foi oferecido um posto na magistratura na própria Perúsia. Naqueles felizes tempos, ao contrário de hoje, a virtude era premiada. Um dos principais personagens da cidade lhe ofereceu a mão de sua filha única. O que mais poderia desejar João? Tudo para ele eram flores e louvores. Mas essa felicidade sem nuvens não duraria muito, pois a Divina Providência tinha altos desígnios em relação ao jovem jurista.

Nesse tempo a orgulhosa Perúsia levantou-se em armas contra o rei Ladislau, da Sicília. Na batalha que se seguiu, os perusinos foram vitoriosos. João, que tentara ser moderador entre as duas forças, teve sua atitude mal interpretada –– foi acusado de favorecer o partido de Ladislau e de estar em comunicação com o exército inimigo. Isso bastou para pô-lo no cárcere. Defendeu-se brilhantemente, mas os homens eram surdos aos seus argumentos. Ele esperava que o rei Ladislau se interessasse por sua sorte; ou que o fizesse algum dos magistrados de Perúsia, que tão devotados tinham se mostrado antes. Mas ninguém se interessou por ele, que ficou esquecido na prisão. Para ele, era a hora da Providência.

Nas longas e monótonas horas de recolhimento forçado, João começou a considerar a inconstância da amizade humana, o falacioso das glórias deste mundo, e como não se podia fiar senão em Deus. A graça começou a trabalhar sua alma. Aos poucos começou a pensar em entregar-se a Deus. 

E Deus secundava seus planos: nesse tempo faleceu sua jovem esposa, com quem não tivera filhos. Esse fato determinou-o a romper radical e totalmente com o mundo. Por sua ordem, seus bens foram vendidos e seu resgate pago, sendo ele posto em liberdade. Liquidou suas dívidas e doou o resto de sua boa fortuna aos pobres. Dirigiu-se depois ao convento franciscano do Monte, perto de Perúsia, da estrita observância, e pediu admissão. Tinha ele 30 anos de idade.

Humilhações para formar um santo

Ruínas de um castelo próximo a Capistrano, cidade onde nasceu o Santo

João vinha precedido da sua boa fama no mundo. O mestre de noviços quis então experimentar sua vocação por meio das humilhações. Para começar, fê-lo desfilar pela cidade onde antes triunfara, montado num burrico, vestido com um velho hábito, tendo na cabeça uma mitra de papel na qual estavam escritos alguns pecados. Suportou com espírito sobrenatural não só essa humilhação, mas todas que Deus Nosso Senhor permitiu que sofresse, a fim de fazê-lo caminhar mais rapidamente no caminho da perfeição. Por duas vezes foi expulso do convento como inapto para a vida religiosa, e por duas vezes foi readmitido. Enfim, fez a profissão religiosa e foi ordenado sacerdote.

Para controlar seus impulsos ardentes e sua natureza viva, entregou-se com empenho à mortificação, flagelando-se duramente, reduzindo as horas de sono para três por noite e alimentando-se uma só vez por dia. Rezava diariamente inúmeras preces, entre elas o Ofício de Nossa Senhora, o Ofício dos Mortos, os Sete Salmos Penitenciais. Dedicava-se com empenho à meditação das verdades eternas e à leitura espiritual. Durante a celebração do santo sacrifício da Missa, chamava atenção sua profunda piedade.

João de Capistrano, como ficou seu nome depois da profissão religiosa, foi designado para trabalhar nos hospitais da cidade e para a pregação.

Devoto de Nossa Senhora e prodigioso pregador

Os santos se atraem entre si, assim como acontece com os maus. Estreita amizade logo uniu Frei João com São Bernardino de Siena, do qual se fez discípulo. E quando se levantou uma campanha de calúnias contra o mestre –– por causa da reforma da Ordem, que levava a efeito, e da propagação da devoção ao nome de Jesus, que empreendia –– João de Capistrano foi a Roma defendê-lo diante do Papa e da Corte romana. Foi tal o brilho com que o fez, chamando sobre si a atenção da Santa Sé, que esta passou então a empregá-lo em várias missões difíceis, tornando-lhe impossível entregar-se à vida retirada e contemplativa que pretendia. Frei João manteve também profunda amizade em relação a São Lourenço Justiniano, outro reformador.

Sua devoção para com a Virgem Maria era terna e profunda. Quando pregava sobre Ela, o auditório chorava de emoção. Certo dia em que aludiu num sermão às palavras do Apocalipse signum magnum apparuit in coelo (um sinal admirável apareceu no céu), os assistentes puderam contemplar brilhante estrela que apareceu sobre o auditório, lançando raios sobre a face do pregador. Em outra ocasião, fez parar no ar a chuva que prejudicava seu sermão e silenciarem os passarinhos que chilreavam muito forte. Com ele repetiu-se o milagre ocorrido com alguns outros santos: negando-se um barqueiro a levá-lo à outra margem do rio Pó, atravessou-o a pé enxuto sobre seu manto, que lhe serviu de barco. No fim de um sermão sobre as vaidades e perigos do mundo, em Áquila, as mulheres da cidade trouxeram seus ornamentos e os queimaram em grande fogueira na praça pública. O mesmo sucedeu em vários outros lugares. Em Praga, depois de um sermão que fez sobre o Juízo Final, mais de cem jovens abraçaram a vida religiosa. Na Moravia, converteu quatro mil hussitas e deixou um livro no qual refutava ponto por ponto a doutrina dessa seita herética. Também converteu bom número de judeus.

Inquisidor, diplomata e reformador

No final do século XIII, surgira na comarca de Ancona, na Itália, uma seita religiosa muito perniciosa de monges vagabundos, quase todos apóstatas, com o nome de Fraticelli, que escandalizavam a Igreja e a Cristandade. Apesar de condenada várias vezes a seita, restos dela ainda existiam na Itália no tempo do santo. O papa Eugênio IV nomeou então Frei João de Capistrano inquisidor contra a seita, para exterminá-la de vez. Ele agiu com decisão e sucesso, logrando livrar a Itália do flagelo e confirmando que faz parte da caridade combater o mal. O papa Eugênio IV nomeou-o seu núncio na Sicília e enviado especial no Concílio de Florença, para procurar estabelecer a união entre gregos e latinos. Enviou-o depois para afastar os duques de Bolonha e Milão de sua adesão ao antipapa Félix V. Em missão junto ao rei da França, Carlos VII, desempenhou-se também Frei João a contento do Papa. Os sucessores do Pontífice continuaram a servir-se dos bons ofícios do santo, que desse modo tornou-se enviado apostólico na Alemanha, Boêmia, Caríntia, Saxônia, Morávia, Polônia e Hungria.

Frei João de Capistrano tinha uma graça particular para reconciliar inimigos. Apaziguou uma sedição em Riete, ressuscitando um homem que tinha tido a cabeça partida em dois durante o tumulto. Reconciliou também a cidade de Áquila com Afonso de Aragão, e várias famílias divididas entre si.

Contrário a toda forma de relaxamento, ao mesmo tempo trabalhava para a reforma de sua Ordem, da qual foi Geral duas vezes, vendo-se florescer a disciplina e o fervor em todos os conventos por onde ele passava.

Na Batalha de Belgrado, salva a Cristandade

São João de Capistrano, em meio à batalha de Belgrado contra os muçulmanos, anima os cristãos. Ao final, estes vencem e 40 mil turcos são mortos, enquanto foram relativamente pequenas as perdas dos cristãos

Pode-se dizer que a grande missão da vida de São João Capistrano foi a luta contra o temível Maomé II. Este sultão, tendo se apoderado de Constantinopla no ano de 1453, havia jurado hastear o estandarte otomano no Capitólio, de Roma, ameaçando assim toda a Cristandade. Era necessária uma reação imediata e eficaz. O Papa Nicolau V convocou então uma Cruzada e nomeou São João de Capistrano seu pregador e chefe religioso.

Por suas exortações cheias de fogo, animou os presentes a pegarem as armas contra os turcos, que ameaçavam o nome cristão. Essa guerra, entretanto, foi adiada devido à morte do Papa Nicolau V. Subindo ao trono pontifício, Calixto III fez voto de empregar todas suas forças e até a última gota de seu sangue nessa guerra.
Como todo verdadeiro santo, João de Capistrano era também um combatente. Em 1455, participou da Dieta que se realizava em Neustadt. Com o fervor de suas pregações e dom de persuasão, conseguiu ele reunir um exército de quarenta mil homens, entre franceses, italianos, alemães, boêmios, poloneses e húngaros. Chefiados por Ladislau, rei da Hungria, João Uniade, senhor da Transilvânia, e George, príncipe da Rússia, tiveram que enfrentar o exército muito maior e mais bem armado dos muçulmanos, que cercava Belgrado.

Conta-se que, quando estava a caminho de Belgrado, o santo foi alertado por uma flecha caída do céu, que revelava a vitória cristã. O Céu queria aquela guerra santa. Nessa flecha estava escrito: “Não temas; triunfarás sobre os turcos pela virtude de meu Nome e da santa cruz, que tu portas”.

Armado assim com a cruz, João de Capistrano animava a todos, aparecendo nos lugares em que os cristãos pareciam fraquejar, animando-os em nome de Jesus Cristo. O exército cristão, tomado por um fervor sobrenatural, avançou irresistivelmente contra as linhas islâmicas, rompendo o cerco. Foi tal o ímpeto, que o próprio Maomé foi ferido, e seu exército desbaratado. A Cristandade estava salva. Diz-se que na batalha morreram mais de 40 mil turcos, sendo relativamente pequenas as perdas dos cristãos. Apesar de São João de Capistrano estar sempre no local mais perigoso da batalha, não sofreu o mais leve arranhão, o que foi considerado como fato milagroso.

Toda a Cristandade reconheceu que a vitória fora concedida pelo Céu, devido às orações e ação de presença do santo. Apenas três meses depois da vitória ele falecia, em 1456, na Hungria, aos 71 anos de idade.

Seu corpo, que se livrara da barbárie dos turcos, foi vítima da impiedade dos luteranos. Esses inimigos da verdadeira fé, tomando a cidade, desenterraram seus restos mortais e os lançaram no rio Danúbio. Felizmente os católicos os reencontraram e levaram para Elloc, perto de Viena, onde até hoje são venerados pelos fiéis, enquanto aguardam o dia da ressurreição final.

Fonte: Catolicismo

São João de Capistrano rogai por nós!

O combate continua...