Por Jefferson Nóbrega
O recente artigo publicado no blog De Olho na Jihad, mostra a atitude da União Islâmica, entidade formada pela cooperação de vários grupos e setores muçulmanos do país, com relação a matéria da revista Veja que denuncia, baseado em informações da Polícia Federal, a passagem de militantes islâmicos pelo país. A UNI, União Nacional das Entidades Islâmicas, iniciou uma campanha nacional contra a revista , acusando-a de intolerância religiosa, racismo, difamação e etc.
Como bem observa o artigo supracitado no início, de meu colega Guzmán Moscardó, os muçulmanos não demonstram o mínimo de preocupação com a radicalização de sua fé em nossas terras, para eles a reportagem tem por único objetivo seguir a agenda “imperialista” de difamação do Islã no Brasil, conforme artigo publicado no blog Islam no Maranhão.
Denúncia é denúncia. Não quer dizer que terá por resultado a comprovação da veracidade das informações por ela repassada. Cabe a parte denunciante provar o que afirma e cabe a parte denunciada demonstrar as inverdades. No caso em questão, a revista Veja já demonstrou suas provas, se existe uma parte ofendida, cabe a ela recorrer.
Sou Católico, e quando vejo na mídia uma denúncia de pedofilia revolto-me, mas não contra a mídia, revolto-me contra o sacerdote que mancha o nome da Santa Igreja. Mesmo vendo que na maioria das vezes a notícia é publicada com sensacionalismo e que os sacerdotes são condenados antes mesmo da denúncia ser comprovada, não dirijo meu ataque a mídia, que apenas faz seu papel. Bom ou não, essa é sua missão, e premissa de uma país livre.
Mas, no caso dos muçulmanos, o ataque partiu para os meios de comunicação, como se fosse algo impossível o nascimento de um radical em suas mesquitas. A história prova o contrário. E o exemplo da Argentina destrói os argumentos contrapostos.
É típico dos islâmicos classificarem toda oposição como islamofobia, tentando de todas as formas amarrar o pensamento crítico. E é típico da esquerda, que nesse momento finge não acreditar que “a religião é o ópio do povo”, abraçar a causa.
Daniel Pipes, um dos principais especilista em Oriente Médio, em entrevista , fala muito bem sobre tal fato: "Islamofobia" é uma noção fundamentalmente errada, porque as pessoas que estão preocupadas com o Islã não são fóbicas. "Fóbica" implicaria que elas têm uma injustificada, totalmente errada antipatia sobre algo, considerando as pessoas que estão preocupadas com o terrorismo, sobre a imposição da lei islâmica, a Sharia, estão lidando com um conjunto real de problemas. Xingá-las é tanto injusto quanto ilegitimável. São pessoas cujas preocupações são reais e legítimas e que precisam ser abordadas.
A preocupação da passagem de terroristas islâmicos pelo país, é uma preocupação real! A quem interessa desviar o foco de uma ameaça dessa magnitude para um intenção xenofóbica na denúncia?
O alerta contido no artigo “Direito à crítica ao Islã” é extremamente pertinente nesse momento:
“Pense duas vezes antes de apontar-nos o dedo e acusar-nos de insultar o islã. Porque quero recordar-lhe que alguns dos seus podem considerar essa acusação um alvo”.
Que o digam Kurt Westergaard, Pe. Zacaria Botros, Salman Rushdie, Ayaan Hirsi Ali, Wafa Sultan, Geert Wilders, Asia Bibi e inúmeros outros que foram mortos ou vivem condenados à morte, sob constantes ameaças por “insultarem” o Islã ou seu profeta.
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Muito obrigado pelo comentário!
Devo dizer que dificilmente não publico os comentários, rejeito aqueles que trazem apenas ofensas e não apresentam argumentos!
Ultimamente os comentários de "anônimos" que apenas cospem ofensas tem sido rejeitados! Não por suas palavras, mas por serem covardes que não tem coragem de assumir suas atitudes! Tudo que aqui escrevo, assino e assumo, portanto, gostaria que estes "Mister M" tivessem a mesma coragem!
Pax et bonvs!